Terça de manhã, sete e meia, levanto com sono, mas tenho que
seguir, pois já estava atrasado para ir para Universidade. Sigo em direção à
parada e espero um ônibus para ir dos Bancários à UFPB. Estava com pressa, tive
que pegar o primeiro ônibus que apareceu. 302. Lotado.
Quando vou passar, vejo que no lugar dos R$ 3,20 estava
3,30. O momento logo gera uma reflexão de como nós pagamos alto por um serviço
de qualidade tão baixa. Na verdade, eu já tinha visto na internet que a
passagem do transporte coletivo iria aumentar, mas não sabia que seria uma
mudança tão rápida.
A diferença de dez centavos pode parecer despercebida em uma passagem, mas para nós, estudantes universitários, faz uma diferença enorme no orçamento, principalmente, os que não são da cidade que já tem outras despesas para pagar, como aluguel e alimentação. Felizmente, os estudantes têm direito a meia passagem, mas deveria ter passe livre, promessa de campanha do senhor governador do Estado em 2014.
E aquele leitor de biometria? “Todavida” que eu encosto meu
dedo ali ele só dá certo com a liberação do cobrador. Antes eu ficava pensando
que o problema era só meu, mas fiquei observando os outros quando vão passar na
catraca e vejo que a maioria dos que usam a biometria sofrem com esse atraso.
Por Marcelo Vieira
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